“A dramaturgia de Pedrinhas de Aruanda não nasceu de um texto dramático previamente escolhido. Ela foi sendo tecida a partir do encontro entre corpo, memória, ancestralidade, Capoeira Angola, dança afro-brasileira, “Dramaturgia Pessoal do Ator” e os materiais produzidos pelos próprios estudantes”, destaca Carmem Virgolino.
Durante o processo de preparação da dramaturgia, os estudantes trabalharam com a “Dramaturgia Pessoal do Ator”, da autora e artista Wlad Lima, em que a técnica para a preparação cênica utiliza memórias, experiências, imagens, histórias e afetos como matéria-prima para a construção teatral.
A montagem também conta com a participação de outros artistas, entre eles, Diego Vattos, responsável pela direção musical; Mainumi, na direção vocal; e o professor Juliano Bentes, na direção de visualidade. Sam Rodrigues, na rabeca, e Argentino Neto, no sax, participaram como convidados. A abertura do espetáculo está por conta da artivista Anastacia Marshelly.
Pedrinhas de Aruanda – A relação do espetáculo com o termo “pedrinhas” se estabelece pela singularidade da palavra, que leva a pequenos objetos que constroem caminhos e guardam, em si, lembranças, música e experiências vividas por aqueles que vieram antes. De acordo com a diretora do espetáculo, Pedrinhas de Aruanda “é sobre aquilo que carregamos no corpo, mesmo quando não percebemos que estamos carregando. É sobre o que acontece quando encontramos nossas pedrinhas e decidimos colocá-las em roda”.
Serviço:
Espetáculo Pedrinhas de Aruanda
Data: 18 de setembro de 2026, às 19h30
Local: Teatro Municipal de Ananindeua – Parque Cultural Vila Maguary, Ananindeua (PA)
Entrada: Gratuita e aberta ao público


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